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  • Meditação do coração
    Todas as terças-feiras das 10h às 11h, no Centro da Consciência e Nutrição. Informações pelos fones (51) 3061.4359 e (51) 8156-4567.

  • Sorteio do Livro "Diálogos com o Anjo", da Editora Vozes.
    A autora Gitta Mallasz relata uma história real ocorrida na Hungria entre 1943 e 1944. Às três da tarde, todas as sextas-feiras, por dezessete meses, quatro amigos receberam informações sobre o sentido da vida. Ouviram palavras de uma verdade sem concessão sobre a nova vida possível para o homem. A experiência ocorreu sob o nazismo, na Segunda Guerra Mundial.

    Sorteio

    Será no dia 23 de junho, no Centro da Consciência e Nutrição. Solicite participação nesta promoção pelo e-mail contato@
    ericabrandt.net




As estações do ano

Por Erica Brandt, psicóloga e terapeuta

As quatro estações do ano são frequentemente representadas nas artes por personificações, principalmente por figuras femininas ou por gênios com atributos. A sucessão das estações, assim como a das fases da lua, marca o ritmo da vida, as etapas de um ciclo de desenvolvimento.  Dionísio
O outono, estação que marca o final do verão e antecede o inverno, no hemisfério sul denomina-se “Outono Austral” com início em 20 de março.
o calor do verão passa a ser substituído por temperaturas mais amenas, onde ondas de frio anunciam a chegada da estação consagrada ao deus Dionísio (Baco).
Dionísio, o deus jovem, ou o deus nascido duas vezes, tem sido abusivamente interpretado como símbolo do entusiasmo e dos desejos amorosos. Que nesta estação possamos renascer para a vida nutridos pelos mais elevados pensamentos, tornando-nos cada vez mais  uma raça divina pelo nosso bem-estar, assim como pelo bem-estar de todos e de tudo que faz parte de nossa existência.
Leia o artigo na íntegra: As estações - Outuno

Outono


Superando limites e percorrendo novos horizontes
Por Freddy Poetscher, PhD | Engenheiro Metalurgista


Passeio bike“It is by riding a bicycle that you learn the contours of a country best, since you have to sweat up the hills and coast down them.  Thus you remember them as they actually are, while in a motor car only a high hill impresses you, and you have no such accurate remembrance of country you have driven through as you gain by riding a bicycle.”, Ernest Hemingway

Bicicleta! Bike, Magrela, Camelo. Zica, em Santa Catarina. Kalanga, em Rondônia. Vários nomes para a mesma atividade: PEDALAR! Existem também vários modelos deste equipamento, como por exemplo, cicloturismo, mountainbike, velocidade, tandem, entre outros. Praticamente, após 200 anos de invenção ainda nos maravilhamos com a sensação de andar livre de bicicleta por estradas, caminhos, ou trilhas. Nossas crianças aprendem desde cedo este esporte, e é praticamente um símbolo de inclusão social saber pedalar 'sem rodinhas'. O fascínio pela independência de poder ir e voltar de lugares distantes sem ter que depender dos pais, a velocidade, o vento na cara, o 'cavalo de pau' são outros atrativos que nos seduzem quando começamos nossa vida.

Recentemente, organizei com vários amigos uma 'pedalada' na Europa de 600km. Decidimos fazer a Via Cláudia, antiga rota dos Romanos, entre o sul da Alemanha e Veneza. Apesar de toda técnica de navegação que aprendi, tipo de terreno, leis de trânsito de todos os países que vivenciei, a sensação de pedalar por todos os países é a maior lembrança que tenho desta viagem. Me lembro por exemplo, da chegada numa praça no norte da Itália, pela manhã, onde paramos para tomar um cappuccino. Me lembro do movimento, do piso, do carrinho propaganda do teatro infantil da praça com a figura 'autêntica' de um Pinochio italiano. O carrilhão da igreja e os passáros, e claro o típico serviço italiano! Poderia ainda precisar os sons escutados, aromas e temperatura. Creio que esta experiência plena de conhecer algum lugar só é possível, de fato por bicicleta, como Hemingway já havia descrito. Já fiz várias trilhas a pé, porém a intensidade de exposição a coisas novas é muito maior num passeio de bicicleta do que andando. Creio que por isto o cicloturismo é tão difundido na Europa, algo que eu não conhecia.

Andar de bicleta não tem somente este lado poético saudável, como também melhora nosso condicionamento físico enquanto praticamos o 'pedal'. Para esta viagem me preparei muito pouco e meu condicionamento melhorou muito durante a própria viagem. Se você pedala sempre no teu rítimo, a pedalada desenvolve lentamente teu físico, podendo assim atravessar vários quilometros sem muitas dificuldades – tirando é claro a falta de costume de ficar sentado na bike por mais de 4h/dia, pois assaduras ocorrem.

Quando comecei a trilha, após o primeiro dia de 85km 'leves' no plano do sul da Alemanha, não tinha muita certeza de como iría chegar no fim da viagem. É um marco na minha vida ter pedalado esta distância e com certeza me superei em vários aspectos para chegar até o final. A exposição a tantas coisas novas pelo caminho, a superação física e emocional, que foi conquistada dia a dia, no realizar desta viagem traziam ótimas noites de sono. Claro o vinho também ajudava! Estas noites de sono eram recheadas de sonhos muito intensos, algo que sempre me ocorre quando estou em trilhas longas e com esforços físicos. A análise destes sonhos é um capítulo gostoso a parte desta viagem que deixo para minha terapeuta desvendar, mas os resultados na minha autoestima e 'centralização' pessoal com certeza foram muito bons!

A bicicleta pratica estes lados sociais, emocionais e físicos de uma forma elegante e única, sem prejudicar ou extenuar o condutor e com o valor econômico de transportá-lo geograficamente.

Hoje, enquanto escrevo este artigo, São Paulo teve a tarde de calor mais intensa dos últimos 4 anos, seguida de tempestade e um trânsito igualmente recorde, infelizmente em mais de 130km de lentidão. Com certeza parte deste trânsito poderia ser reduzido por várias alternativas técnicas e logísticas, porém conhecemos uma desde a nossa infância. E porque aqui no Brasil não a adotamos? Dizem qua as perguntas corretas trazem a mudança. Assim, deixo esta pergunta para você leitor, respondê-la! Ah e faça como Einstein: “I thought of that while riding my bicycle.”

Passeio de bike Passeios no Brasil
Primeira foto: Atibainha (bicicletas na sombra);
Segunda foto: Pinhal (pedalando na estrada de terra).
Outono

Ser humano na conexão com o divino
Por Rogério Dickie

DeusEncontro com Deus

Caminhei em direção ao Santuário, ao templo onde costumo me encontrar com minha mestra interior. Aguardava ansioso por mais um encontro. Conforme fui chegando, ouvi o habitual:

- Pode ir entrando.
- Olá, como estás? – perguntei cumprimentando.
- Tudo ótimo, hoje vamos fazer algo diferente! Vamos lá para os fundos...

...

- Quando saimos numa jornada, os rios deixam de ser rios e as montanhas deixam de ser montanhas. Quando a jornada termina, os rios voltam a ser rios e as montanhas voltam a ser montanhas.

Leia o artigo na íntegra: As estações - Outuno