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A utopia do desenvolvimento sustentável
Engenheiro Agrônomo Túlio Antônio de Amorim Carvalho

Não é de hoje que o meio científico discute a capacidade suporte do planeta Terra de manter o crescimento de uma economia amparada no consumo indiscriminado dos recursos naturais. Os eventos climáticos catastróficos ocorridos pelo mundo, no início deste século, onde destacamos aqueles próximos a nós, tais como as inundações que devastaram estradas, pontes e cidades no Rio Grande do Sul, os desmoronamentos em Santa Catarina e Rio de Janeiro, que ceifaram centenas de vidas e imputaram um prejuízo financeiro e social enorme, poderiam ser cadastrados como “Tragédias Anunciadas”, pois, em todas essas situações ocorreram equívocos técnicos no uso e manejo dos solos e da vegetação. Não há dúvida que os sinais de reação da natureza aos efeitos da ação humana são inequivocamente preocupantes. Mas, apesar desses fatos serem suficientemente claros para todos, mesmo para aqueles setores do capital que tentam desqualificar a gravidade da desestabilização ambiental do globo terrestre, as lideranças dos países mais poluidores, entre eles Estados Unidos e China, não mostram sinais de rever as suas políticas desenvolvimentistas. Essa postura unilateral de manter o seu “crescimento econômico” a qualquer custo, indiferentes ao desequilíbrio ecológico do planeta, colocando em risco a própria sobrevivência da espécie humana, é que faz suscitar a dúvida sobre a “utopia do desenvolvimento sustentável”.

E para ilustrar essa discussão, trago quatro manifestos importantes, em situações bem distintas, feitas por diferentes autoridades científicas e políticas, mas vinculadas pela sua essência básica: o homem e sua breve história de convivência com a sua casa – o planeta Terra.



A primeira, não por importância e sim pelo contexto histórico, trago um clássico da literatura conservacionista dos anos setenta: René Dumont, estudioso e político francês da linha do desenvolvimento sustentável, no seu livro “O crescimento da fome: uma agricultura repensada.
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Outro manifesto, que se tornou uma “Biblia Conservacionista” do final do século XX, foi elaborado por Jared Diamond. Nas quase 700 páginas de seu livro “Colapso: como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso”
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O terceiro manifesto que trago é de Al Gore, vice-presidente dos Estados Unidos durante o mandato de Bill Clinton, pela sua representatividade política nos Estados Unidos e no mundo. No seu livro, "Uma Verdade Inconveniente", descreve as graves consequências do aquecimento global, destacando a irresponsabilidade das políticas desenvolvimentistas e a insustentabilidade do planeta se persistir o modelo de produção baseado na exastão dos recursos naturais.

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Especialista em Psicologia Transpessoal pela ALUBRAT (Associação Luso Brasileira Transpessoal), MBA em Abordagem Holística Transdisciplinar pela UNIPAZ/RJ, formada em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras-CEUB, em Brasília, turma 1976. Membro do CIT - Colégio Internacional dos Terapeutas. Acolhida em 05 de outubro de 2000. Formação em técnicas psico-corporais Radix e ”Terapeutas Transformadores” com Dr. Octávio Rivas Solis (México); Terapia Refocalizadora e Terapia de Casal com Dr. Franco Del Casale (Argentina) ; aprendiz da turma piloto da FHB/UNIPAZ em Brasília no período de 1989/1990 e organizadora durante dez anos dos seminários do filósofo holandês Robert Happé em Porto Alegre/RS (1990/2000).

Participou do corpo docente da UNIPAZ/RJ, Rio de Janeiro, na qualidade de facilitadora do módulo “A Arte na Abordagem Transdisciplinar”; da UNIPAZ/SUL em Porto Alegre na formação Cuidar do Ser, no módulo “Sentimentos e Emoções” e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras –CEUB, Brasília, da disciplina “Teorias e Técnicas Psicoterápicas”.

Psicoterapeuta e assessora institucional com mais de trinta anos de atuação. Desenvolve seminários, workshops e retiros focados na expansão da consciência e melhor qualidade de vida. Criadora e focalizadora da Dinâmica a "A Jornada de Jonas", esse apresentado em Évora, Portugal, no VI Congresso Internacional da ALUBRAT em novembro de 2008; dos programas "Você vive na Caverna ou sob o Céu Estrelado", "Espírito Criativo e Poder Pessoal", "Integração Coração e Mente", "Gerando e Concebendo Consciência" e dos retiros "Oceano Interior e as Conchas da Consciência", estes desenvolvidos em Porto Alegre, Torres/RS e Criciúma/SC.

Mensagem:
Carta do Chefe Seattle



Divulgação


A obra "Nossa Vida como Gaia" (Joanna Macy e Molly Y. Brown) trata a ecologia na aspecto mais profundo. Em meio ao texto há um relato, traduzido e resgatado à sociedade contemporânea, também, em outras variadas fontes. É a mais bela mensagem sobre a importância da nossa mãe Terra.

Em 1854, "O Grande Chefe Branco", em Washington, fez uma oferta por uma grande área de território indígena e prometeu uma "reserva" para os índios. Ao seu povo, o Chefe Seattle discursou.

Apesar das expressões utilizadas, a fala revela as características ambientais de regiões do hemisfério Norte, sob a influência de clima distinto ao nosso, as palavras do chefe Seattle é conhecida mundialmente e considerada uma das declarações mais especiais acerca do meio-ambiente e da relação dos povos indígenas com a natureza.

Veja o discurso

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Imagem de fundo: acervo www.sxc.hu
Jornalista responsável: Aline Wolff da Fontoura (MTB/RS 12.406)