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Mulher moderna busca a plenitude
A reconstrução da vida resulta em novas conquistas
A atitude psicológica positiva perante a vida é o que impulsiona a mulher moderna a cuidar de si. Após as experiências do “ninho vazio”, das separações conjugais, dos problemas de saúde, do encerramento de ciclos profissionais e da descoberta de novos talentos, ela é capaz de realizar as mudanças comportamentais necessárias para encontrar a harmonia no estilo e sentido de viver.

A psicóloga e terapeuta Erica Brandt, que acompanha por mais de 30 anos o empenho de mulheres na reconstrução de suas vidas, percebe uma facilidade crescente delas resgatarem um lugar especial na sociedade, reescrevendo o roteiro de suas vidas. “A mulher contemporânea está madura diante de toda a evolução em relação aos cuidados da saúde biopsíquica e espiritual”, completa a especialista.

Assumindo uma nova atitude psicológica no lugar da angústia, é possível enfrentar com mais lucidez os 20, 30 ou 40 anos que se tem pela frente, descobrindo as várias possibilidades de experiências novas que a longevidade oferece. “Cuidando de si, a mulher focaliza o equilíbrio entre desejos, deveres, prazeres, realizações pessoais e obrigações familiares. É o momento em que ela muda a postura e se permite ocupar o primeiro lugar em suas próprias preocupações”, destaca a terapeuta.

Erica observa que o egoísmo saudável, nesse caso, passa a ser um direito novo para as gerações que foram educadas na cultura do sacrifício sem limites para assegurar a felicidade dos que fazem parte de seu círculo familiar. São gerações nascidas entre as décadas de 1930 a 1950, divididas entre os valores do eterno feminino e as reivindicações do feminismo.

Cultivar amizades faz parte do caminho, visto que as relações humanas desempenham um papel essencial na estabilidade emocional. Além da escuta e compreensão das preocupações cotidianas, familiares e afetivas, são elas que ajudam a sair da solidão, a olhar a vida diferente e contribuem para que os momentos de lazer sejam mais divertidos. Pode-se, inclusive, dizer que, a partir de uma certa idade, as mulheres se divertem mais entre elas.

Na avaliação de Erica Brandt, o esforço pela reconstrução da vida resulta, ainda, em três conquistas: a liberdade de a mulher ser ela mesma, a riqueza do tempo vivido e a busca de novos laços. “A escolha é pessoal. Podemos ficar presas na dor ou ver cada dia como uma oportunidade de nos revelarmos mais abertas, mais lúcidas, mais serenas, mais ricas em nossos encontros e afetos. Sendo assim, pense em sua realização e no exemplo que será para as outras. É tempo da mulher se tornar plena de si”, finaliza Erica.

www.ericabrandt.net

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Jornalista responsável: Aline Wolff da Fontoura (MTB/RS 12.406)